Alimentação saudável começa na infância

O desafio de alimentar bem as crianças

Redação Viva! Mais

O hábito de se alimentar bem tem que começar bem cedo | <i>Crédito: Shutterstock
O hábito de se alimentar bem tem que começar bem cedo | Crédito: Shutterstock
Comer bem e de forma saudável se aprende desde cedo. Segundo a nutricionista Laís Thorpe, consultora da Mini Menu, a “formação do hábito alimentar acontece justamente na Primeira Infância e este processo é fundamental para uma vida adulta com mais saúde”, diz.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), após o nascimento, a alimentação única e adequada para a criança deve ser o leite materno, fornecido a partir do aleitamento exclusivo até 6 meses de vida. Após esta idade, é necessário inserir a alimentação complementar e é exatamente neste momento que surgem diversas dúvidas na cabeça dos pais.
Laís recomenda frutas e vegetais como os primeiros alimentos a serem oferecidos aos bebês, já que “eles são excelentes fontes de vitaminas, minerais, fibras e compostos que contribuem para a prevenção de doenças tanto na infância quanto na vida adulta”, explica.  
Mesmo na correria do dia a dia, é necessário um esforço dos pais para garantir essa variação nutricional correta. Foi pensando nisso que Rafaela Pontual criou, ao lado da irmã Marcela, a Mini Menu. A empresa fornece para todo o Recife, um cardápio de refeições saudáveis pensadas para agradar o paladar da criança com base em uma dieta balanceada, sem uso de conservantes, sal e açúcar . “Os pais modernos têm que se dividir em mil, entre a rotina de trabalho e da casa, temos que garantir que nossos filhos cresçam e se alimentem bem. A Mini Menu foi criada para facilitar nessa tarefa”, explica. 
Para que seja criado o hábito de uma alimentação saudável, Laís sugere que os pais apresentem pratos bem coloridos aos bebês e crianças o quanto antes. “A variação de cores significa uma variação de nutrientes. É importante investir em pratos coloridos com harmonia entre a quantidade e a qualidade dos alimentos”. E além disso, deve-se cuidar da educação alimentar para que a barreira de não comer legumes, frutas e verduras, não seja um empecilho. 
“O paladar infantil é sensível. O desafio para os pais é sempre fazer refeições que agradem, que conquistem. Para a Mini Menu, além da preocupação com o uso de insumos orgânicos, pensamos delicadamente em cada prato e os construímos para agradá-las. É a união da saúde com o prazer de uma boa comida”, pontua a chef Luciana Sultanum.
Ainda segundo a nutricionista, compartilhar os momentos das refeições com os pequenos é muito importante.  “O exemplo vem de casa. Os pais devem se esforçar. Mesmo que não gostem de algum alimento, precisam incentivar os filhos a comer. As crianças podem rejeitar alguma comida, mas devem experimentar”, explica Marcela Pontual, sócia da Mini Menu. 
Um outro ponto importante é que o momento da refeição seja preservado. “A hora da comida é a hora da comida. Recomendo aos pais que evitem tablets, televisão e outras distrações neste momento”.

15/04/2017 - 07:00

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