Hello!!!! Não passe vergonha em inglês: desvendamos pra você os 10 erros mais comuns. Push, por exemplo, significa empurrar, não puxar, tá?

Muitos equívocos são previsíveis e evitáveis

Redação Viva! Mais 25/07/2017 - 06:14

Algumas palavras em inglês são semelhantes ao português. Fique de olho!

Quando estão aprendendo a língua inglesa, frequentemente os brasileiros cometem alguns erros que, na maioria das vezes, tem o idioma materno como influência, no caso o português.  Mas isso não é motivo para desespero. “Essa influência faz com que muitas pessoas cometam certos tipos de erros que são altamente previsíveis”, afirma Amanda Cunha, consultora acadêmica do Centro Britânico Idiomas. Para isso, ela exemplificou 14 situações e dá dicas para evitá-los. São dicas quentíssimas. Presta atenção!

 

1.      Traduzir ao pé da letra expressões que existem em português, mas que não existem em inglês

Um bom exemplo é “make beautiful” que é usado quando se quer dizer “vamos fazer bonito”, quando na verdade essa expressão não se usa em inglês com esse sentido.


 

2.      Falsos cognatos: palavras que parecem uma coisa, no entanto, significam outra

Algumas palavras em inglês são semelhantes ao português. Um bom exemplo disso é o “push” que encontramos nas portas dos lugares. O que costumamos fazer? Puxar, certo? Errado! O certo é empurrar a porta, porque “push”, na verdade, significa empurre. Se precisamos puxar alguma coisa, o termo é “pull”.


 

3.      Confundir palavras com grafias similares

No inglês há palavras que têm grafias muito similares, mas com significados e pronúncias diferentes que, às vezes, causam confusão. Por exemplo, “desert” e “dessert”. O primeiro significa deserto e o segundo, sobremesa. Não vai comer areia, hein?


 

4.      Não saber a grafia das palavras ou escrever como se fala

No português há semelhança muito mais próxima que o inglês entre o registro escrito e o falado. Essa característica do inglês (a diferença entre a forma como se escreve e a forma como se pronuncia) faz com que se traga uma dificuldade a mais na hora de aprender. Um exemplo é a palavra “country”, cuja pronúncia é “cântry”.
 

 

5.      Esquecer o “s” na terceira pessoa

Um erro muito comum dos brasileiros é esquecer que os verbos na terceira pessoa do singular (he, she ou it) levam um “s” final, ou seja, “I work”, “she works”.
 

 

6.      Uso excessivo do verbo “to be”

A primeira coisa que se aprende na escola é o verbo “to be” e, às vezes, pensa-se que é preciso usá-lo sempre (já que estamos mais familiarizados com ele). Porém, a grande maioria das frases em inglês pode não ter o verbo “to be”, mas sim outro auxiliar, como “can” ou “do”.


 

7.      Troca de adjetivos

O normal na língua inglesa é que os adjetivos venham antes dos substantivos Ao se formar a frase, coloca-se o adjetivo antes do substantivo, como em: “She is a beautiful girl” (Ela é uma menina bonita).


 

8.      Pronúncia do “h”

No português o “h” tem som mudo, ou seja, não é pronunciado. No inglês ele pode ter som de “r”. Portanto, a palavra “have” se pronuncia “rave” e não “ave”, como faríamos no português.


 

9.      Querer a tradução literal de todas as palavras do inglês

Não é possível fazer tradução literal de algumas expressões do inglês, por isso aconselha-se não confiar somente no Google Tradutor. Não temos, por exemplo, uma tradução para a palavra “saudade”. Temos uma expressão equivalente a “eu sinto a sua falta” que é “I miss you”.
 


10.  Confundir os verbos “make” e “do”

No inglês, embora os verbos “make” e “do” possam ser traduzidos como “fazer”, no português são usados em contextos diferentes. Dizemos “make lunch” (fazer o almoço) e antes de dormir “do your homework” (fazer a lição de casa). A dica aqui é associar o verbo com os complementos (make - breakfast, lunch, dinner, time, etc; do – homework, exercise, yoga, a test, etc).